A educação contextualizada encontra o PPP: una oficina do projeto Contexto: educação, genêro, emancipação.

O mundo da educação implica transformação, evolução, formação, mas também desafio e resistência.

Imaginar tudo isso desconectado do contexto que nos circunda é impossível. Por isso formadores/as, professoras/es se reuniram na sede da Cáritas para começar uma série de encontros com o fim de discutir a introdução da educação contextualizada nos PPP(Projeto político pedagógico).

O que é um PPP?

Toda escola tem aspirações, metas e objetivos que querem alcançar. O conjunto desses elementos encontram realização nos projetos, planos detalhados do que se entende executar, políticos, que formam cidadãos conscientes, críticos e ativos e pedagógicos, que organizam atividades didáticas para o aprendizagem.

 

 

“A construção dos PPP tem que envolver alunos/as, os pais e mães, profissionais das escolas e não pode isolar o contexto, por isso hoje começa a primeira formação que vai durar o mês de maio todo, em 20 municípios, com o fim de estimular uma conversa sobre educação contextualizada e PPP” afirma Ana Cecília dos Reis, coordenadora do projeto Contexto: educação, gênero, emancipação, dentro o qual se realiza a oficina.

Participaram várias entidades e organizações, entre as quais: Cáritas,  Esplar, Secretarias municipais de educação de : Ipueiras, Crateús, Poranga, Tauá, Novo Oriente.

Todos e todas  para refletir sobre a construção de PPP mais sensível ao contexto e a um tipo de educação que inclui as comunidades a criar sentido e pertencimento. Educação para a transformação social.

“O dia de hoje foi proveitoso, porque fizemos um estudo para que os PPP refletem as identidades de cada escola, se adaptem para introduzir a educação contextualizada para desconstruir a didática e construí-la coletivamente com um cuidado especial para a cultura e as comunidades” assim falou Sidckleia Rodrigues, assessora da Secretaria da educação em Crateús.

O encontro se concluiu com uma avaliação final onde todas/os colocaram os seus sentimentos em relação ao estudo produzido.

Por: Lorenza Strano

Revisão: Viviane Brás